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SECRETARIA DE SAÚDE JÁ REGISTROU 638 MORTES POR SÍNDROME RESPIRATÓRIA AGUDA GRAVE (227) PELO VÍRUS DA INFLUENZA

7 out, 2016 • Destaque, Telejornal

Em 2016, até o momento, foram notificados 638 óbitos por SRAG (Síndrome Respiratória Aguda Grave). Dos 638 óbitos notificados, 227 (35,6%) foram confirmados para o vírus da Influenza. Desses óbitos causados por Influenza, 153 foram por Influenza A (H1N1); 67 por Influenza A não subtipado; 4 por Influenza B e outros 3 óbitos por Influenza, em não foi possível classificar o subtipo do vírus. Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) Na sua grande maioria, os casos de gripe são leves e se resolvem espontaneamente sem sequelas ou complicações. Entretanto, nos grupos mais vulneráveis, o caso pode se complicar e gerar outras doenças graves; daí a importância de uma vigilância ativa nesse público. Sendo assim, é de notificação compulsória os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) causada por influenza e a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais realiza um estudo epidemiológico da frequência de casos e óbitos segundo a identificação do vírus Influenza no estado. Ao todo, 4.449 casos de SRAG foram notificados.

GRIPE

A gripe é uma doença infecciosa causada pelo vírus Influenza e acomete as vias respiratórias. Entre os sintomas, é comum o aparecimento de espirro, coriza, tosse, febre alta, dor de cabeça e prostração. A transmissão da gripe ocorre, geralmente, por secreção e pela inalação de partículas de saliva infectada em
suspensão no ar. Por isso, para se prevenir contra a gripe, é muito importante mudar alguns hábitos como, por exemplo, lavar a mão com mais frequência e levar o antebraço à boca ao espirrar ou tossir.
Ela ocorre durante todo o ano, mas é mais frequente no outono e no inverno, quando as temperaturas caem, principalmente no Sul e Sudeste do País. Algumas pessoas, como idosos, crianças, gestantes e pessoas com alguma comorbidade, possuem um risco maior de desenvolver complicações. Muita gente não sabe, mas a gripe pode ser causada pelos vírus Influenza A, B e C. Os vírus A e B apresentam maior importância clínica. Estima-se que, em média, as cepas A causem 75% das infecções, mas em algumas
temporadas, ocorre predomínio das cepas B.
Os tipos A e B sofrem frequentes mutações e são responsáveis pelas epidemias sazonais, também por doenças respiratórias com duração de quatro a seis semanas e que, frequentemente, são associadas com o aumento das taxas de hospitalização e morte por pneumonia. Já o tipo C causa problemas respiratórios leves e infecta humanos, cachorros e porcos.

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