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TEMPO SECO E UMIDADE REDUZIDA EXIGEM CUIDADOS ESPECIAIS COM A SAÚDE

22 abr, 2016 • Destaque, Telejornal

Ausência de chuvas, piora na qualidade do ar com a baixa umidade e concentração de poluentes. Essa conjunção de fatores tem tirado o sono de muita gente devido a um aumento significativo na ocorrência de . Os especialistas recomendam deixar as janelas abertas para favorecer a circulação de ar, evitar locais fechados com aglomeração de pessoas, tomar bastante líquido, aumentar a umidade doar no ambiente doméstico com a colocação de recipientes com água e limpar toda a casa com panos úmidos para evitar acúmulo de pó.

O clima seco, caracterizado pela baixa umidade do ar, comum nesta época do ano, provoca vários prejuízos à saúde. Quem sofre de problemas respiratórios fica em uma situação complicada quando isso acontece. Em períodos como esse, partículas de diversos tipos ficam em suspensão no ar e são inaladas pelas pessoas. Dentre essas partículas estão, por exemplo, os ácaros, o enxofre que sai do escapamento de veículos, partículas de poeira e restos de materiais queimados e outros.
Reações alérgicas (tosse seca, chiado, crises de rinite alérgica, ressecamento da pele com coceiras) e falta de ar, esses são alguns dos sintomas apresentado por aqueles que mais sofrem com o tempo seco. A asma também é uma das reações comuns que se manisfestam com a baixa umidade do ar. Durante as crises, ocorre uma inflamação das vias aéreas dentro do corpo. Os brônquios, que levam o ar até os pulmões, ficam mais estreitos, o que dificulta a respiração.
Crianças, idosos e pessoas que já têm alguma doença respiratória são os grupos mais vulneráveis aos problemas impostos pelo ar seco e precisam redobrar os cuidados nesta época.
A pneumologista Dra Maria José Ligeiro explica que os umidificadores de ar requerem atenção, porque podem provocar excesso de umidificação do ambiente. Segundo ela, um quarto com umidificador ligado 24 horas, por vários dias, pode levar a um excesso de umidade nas paredes e provocar o aparecimento de mofo e bolor.
Dra Maria José ainda ressaltou que o fluxo de pessoas no consultório dela sempre aumenta quando há mudanças climáticas.

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